Copa do Mundo de 2026 deve injetar US$ 36 bilhões na economia dos EUA
A Copa do Mundo de 2026 deve injetar bilhões de dólares nas economias dos países-sede, com impacto estimado em até US$ 36 bilhões apenas nos Estados Unidos. O evento, que reunirá 48 seleções em 104 partidas entre junho e julho, atrairá milhões de visitantes e impulsionará setores como turismo, bebidas, apostas, varejo e infraestrutura em cidades como Nova York, Los Angeles, Cidade do México, Toronto e Vancouver.
Projeções para os países-sede
Organizações como a U.S. Travel Association e a Secretaria de Turismo do México destacam que o aumento do consumo de turistas internacionais e domésticos criará empregos temporários e elevará as vendas em diversos segmentos. A FIFA e parceiros como Anheuser-Busch InBev, Modelo, FanDuel, DraftKings e BetMGM preveem recordes no setor de apostas esportivas e produtos de varejo, impulsionados pelo engajamento digital.
Setores em expansão
O crescimento ocorrerá por meio de investimentos em infraestrutura e alta demanda por serviços locais. Especialistas da American Gaming Association apontam que a combinação de futebol e apostas ao vivo gerará novos patamares de receita para o setor.
A Copa do Mundo é um catalisador para o turismo. Hotéis, restaurantes, transporte e atrações locais vão se beneficiar diretamente.
Roger Dow
A combinação de futebol, apostas ao vivo e o aumento do engajamento digital deve gerar um novo recorde para o setor.
Bill Miller
Planejamento necessário
Economistas alertam que os ganhos precisam ser distribuídos de forma equilibrada para evitar concentração em grandes corporações. O planejamento adequado permitirá que o megaevento beneficie toda a cadeia produtiva dos países-sede.
A Copa pode ser um grande impulsionador econômico, mas é preciso planejamento para que os ganhos não fiquem concentrados apenas nas grandes corporações.
Economista da Universidade de Nova York




