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Dançar pode reduzir em até 76% o risco de demência, aponta estudo

A dança vai muito além do lazer e se destaca como uma poderosa aliada da saúde cerebral. Pesquisas científicas mostram que pessoas que dançam com frequência podem reduzir significativamente o risco de desenvolver demência. Isso acontece porque a atividade reúne movimento físico, estímulo cognitivo, criatividade, equilíbrio e interação social — uma combinação considerada altamente benéfica para o cérebro ao longo do envelhecimento.

Um estudo conduzido pelo Albert Einstein College of Medicine, que acompanhou idosos entre 75 e 85 anos por décadas, revelou que a dança apresentou resultados mais expressivos na proteção contra a demência quando comparada a outras atividades físicas, como caminhada e natação. Os participantes que dançavam regularmente tiveram um risco até 76% menor de desenvolver a doença, segundo dados publicados no New England Journal of Medicine.

Além de fortalecer a mente, a dança também traz benefícios físicos importantes. Uma meta-análise de 2020 indicou que atividades baseadas em dança social reduzem em até 37% o risco de quedas entre idosos, além de melhorar o equilíbrio e a força muscular. Especialistas destacam que dançar exige atenção, memória, coordenação e adaptação constante, estimulando o cérebro de forma completa e prazerosa — um fator essencial para a saúde ao longo da vida.

Com informações: Folha de São Paulo

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