Para cumprir promessa sobre o HUGO, MDB de Goiás fica nas mãos do Governo Lula

A independência financeira e a capacidade de gestão do Estado de Goiás foram colocadas à prova nesta semana. Após convocar grande parte da imprensa na quarta-feira (8) para divulgar a grandiosa compra de um prédio para o novo HUGO por R$ 500 milhões, o governo de Daniel Vilela (MDB) teve sua realidade orçamentária exposta na quinta-feira (9). O jornal O Popular apontou que a fatura só será paga se o Governo Federal ajudar.
Sem recursos próprios, Goiás terá que bater à porta do BNDES, gerido pelo governo do presidente Lula, para tentar aprovar o empréstimo de meio bilhão. O contraste entre o evento luxuoso — que contou com discurso do prefeito Sandro Mabel pedindo confiança política e flertando com a ilegalidade eleitoral — e a realidade dos cofres públicos foi criticado. Além do empréstimo incerto, o estado quer adquirir um imóvel inacabado, o que exigirá novos orçamentos para a finalização física e a compra de todo o maquinário do hospital. Até o momento, o governo não detalhou os custos operacionais dessa transição.





