Brasil avança no hipismo com genética de elite
O Brasil dá mais um passo rumo ao protagonismo no hipismo internacional ao exportar duas éguas de alto desempenho do Haras Rosa Mystica, em São Paulo, para os Estados Unidos. A operação, realizada a partir do Aeroporto de Viracopos, reforça o avanço da equideocultura nacional e a estratégia de posicionar o país como fornecedor global de cavalos de elite, com foco nos Jogos Olímpicos de Los Angeles 2028.
O envio dos animais segue rigorosos protocolos sanitários internacionais, incluindo transporte controlado, acompanhamento veterinário e quarentena obrigatória no destino. O processo evidencia o alto nível de profissionalização do setor, que também enfrenta desafios como o controle de doenças restritivas, a exemplo da piroplasmose. Para atender às exigências do mercado externo, criadores brasileiros têm intensificado investimentos em biossegurança, exames e certificações, garantindo competitividade e credibilidade internacional.
Esse avanço é impulsionado pela evolução genética do cavalo Brasileiro de Hipismo, com uso de biotecnologias como inseminação artificial, transferência de embriões e clonagem. Os resultados já aparecem nas pistas, com conquistas relevantes em competições internacionais. A exportação das éguas representa mais que uma negociação: simboliza a consolidação do Brasil como potência emergente no hipismo, com planejamento estratégico para disputar medalhas em alto nível nas próximas Olimpíadas.
Com informações: Compre Rural





