Polícia Civil investiga latrocínio de empresário morto em Anápolis

A Polícia Civil de Goiás intensificou as investigações sobre a morte do empresário Ricardo Silva Guimarães, de 48 anos, morador de Jataí. O caso, que começou como desaparecimento na manhã de quarta-feira, 17 de junho de 2026, passou a ser tratado como latrocínio após a localização do corpo em Anápolis. Equipes do Grupo Especial de Investigações Criminais (GEIC) rastrearam o veículo do empresário até Mato Grosso, onde o motorista fugiu. Imagens de câmeras e buscas em residências forneceram evidências que direcionaram as apurações.
Investigações do GEIC em Goiás
Após o registro do desaparecimento na residência no Setor Aeroporto, em Jataí, os investigadores seguiram o rastro do carro até Mato Grosso. O suspeito de 35 anos, que possui antecedentes por homicídio, abandonou o veículo e fugiu. A irmã do empresário colaborou com as informações iniciais que ajudaram a montar o cronograma dos fatos. O delegado Gylson Ferreira coordena as ações do GEIC para reunir provas adicionais.
Localização do corpo em Anápolis
O corpo de Ricardo Silva Guimarães foi encontrado em um lago na região de Anápolis. A descoberta confirmou a mudança na natureza do inquérito, que agora prioriza a hipótese de roubo seguido de morte. Buscas continuam em andamento para esclarecer todos os detalhes do ocorrido sem descartar outras linhas de investigação.
Principais hipóteses do caso
A principal linha de apuração aponta para latrocínio como motivação do crime. As autoridades mantêm sigilo sobre novas etapas para preservar o andamento das diligências. O foco permanece na identificação de todos os envolvidos e na coleta de elementos que sustentem a acusação formal.






