Camisa azul carrega história e tradição
A tradicional camisa azul da Seleção Brasileira volta a ganhar destaque na Copa do Mundo de 2026. Escolhida para o confronto contra o Haiti pela fase de grupos do torneio, o uniforme reserva carrega uma das histórias mais marcantes do futebol nacional. Sua estreia ocorreu na final da Copa do Mundo de 1958, na Suécia, quando o Brasil precisou abandonar a camisa amarela após sorteio que deu aos anfitriões o direito de utilizar a cor. A solução encontrada pela delegação brasileira foi adquirir camisas azuis, inspiradas no manto de Nossa Senhora Aparecida, padroeira do Brasil.
O uniforme estreou de forma histórica. Com a camisa azul, a Seleção venceu a Suécia por 5 a 2 e conquistou seu primeiro título mundial, iniciando a trajetória vitoriosa que transformou o Brasil na maior campeã da história das Copas. Desde então, a peça se consolidou como o uniforme reserva da equipe e passou a ser associada ao chamado “manto sagrado”. O retrospecto também reforça a tradição: em Mundiais, a camisa azul apresenta o melhor aproveitamento da Seleção, com 11 vitórias em 15 partidas disputadas.
Na edição de 2026, a camisa azul chega com novidades. Sob o comando do técnico Carlo Ancelotti, a Seleção utilizará um modelo desenvolvido pela Jordan, marca ligada à Nike. Inspirado na fauna brasileira, especialmente no sapo-flecha, o uniforme apresenta predominância do azul escuro e, pela primeira vez em uma Copa do Mundo, contará com meiões pretos. A mudança marca uma nova fase visual da equipe na busca pelo sonhado hexacampeonato mundial.
Com informações: Correio Braziliense




