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Mascotes da Copa 2026 conquistam torcedores e reforçam a preservação da fauna

Além da disputa dentro de campo, a Copa do Mundo de 2026 também chama a atenção pelas mascotes que representam os três países-sede do torneio. O alce Maple, do Canadá, a onça-pintada Zayu, do México, e a águia-careca Clutch, dos Estados Unidos, foram criados pela Fifa para simbolizar a cultura, a identidade e as características de cada nação anfitriã, além de aproximar o público infantil e os torcedores do evento.

Cada personagem possui uma personalidade ligada ao futebol. Maple atua como goleiro e homenageia a tradicional folha vermelha presente na bandeira canadense. Já Zayu representa a força e a agilidade da onça-pintada, animal símbolo das selvas mexicanas e que atualmente é alvo de ações de conservação no país. Clutch, por sua vez, é uma águia-careca que simboliza liderança e união, características associadas à posição de meio-campista que ocupa na equipe fictícia criada pela Fifa.

A tradição das mascotes começou em 1966 e segue como uma das marcas registradas dos Mundiais. No Brasil, em 2014, o destaque foi o tatu-bola Fuleco, que ajudou a chamar a atenção para a conservação da espécie. Apesar da projeção internacional, o animal continua ameaçado pela perda de habitat e pela caça. A Copa do Mundo de 2026 será disputada até 19 de julho e contará com 104 partidas, enquanto as mascotes seguem conquistando espaço entre os torcedores e reforçando mensagens de valorização da fauna e da biodiversidade.

Com informações: Agência Brasil

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