Entre gols e votos, um ano decisivo para o Brasil
A cada quatro anos, o calendário brasileiro volta a concentrar dois eventos capazes de mobilizar o país inteiro: Copa do Mundo e eleições gerais, realizadas em um intervalo de poucos meses. Em 2026, o fenômeno novamente se repete, chamando a atenção dos 213 milhões de brasileiros e de cerca de 155 milhões de eleitores, que acompanham, quase simultaneamente, disputas dentro e fora de campo.
Pela primeira vez, a Copa do Mundo será disputada por 48 seleções, com jogos distribuídos em três países, ampliando o alcance e a complexidade do maior evento do futebol mundial. No cenário político, o pleito presidencial tende a funcionar como um termômetro do atual governo de Luiz Inácio Lula da Silva, que busca um novo mandato, enquanto o campo da direita segue indefinido, com a pré-candidatura do senador Flávio Bolsonaro e outras articulações em curso.
Além de futebol e política, 2026 também carrega expectativas na economia e no cotidiano da população, como a possível queda da taxa de juros, uma supersafra de grãos, fortalecimento do turismo nacional e novos investimentos em áreas como educação, saúde e habitação por meio de parcerias público-privadas. Temas como os avanços e limites da inteligência artificial, inovações na área da saúde e até o desempenho do jovem tenista João Fonseca no circuito internacional também devem dominar as conversas. Um ano marcado por incertezas, mas que começa cercado de expectativa e esperança.
Com informações: Exame





