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Infantino sai fortalecido após Copa marcada por polêmicas

Apesar das diversas controvérsias que marcaram a Copa do Mundo de 2026, o presidente da FIFA, Gianni Infantino, encerra o torneio com sua posição política fortalecida dentro da entidade. A competição foi alvo de críticas relacionadas ao alto custo dos ingressos, decisões envolvendo arbitragem e episódios que levantaram questionamentos sobre a independência da organização. Mesmo assim, a expectativa é de que o dirigente seja reconduzido ao cargo em 2027, sem adversários na disputa.

Além das discussões fora de campo, a FIFA registrou resultados financeiros expressivos durante a competição. A entidade estima arrecadação próxima de US$ 9 bilhões com o Mundial, valor superior ao obtido na edição do Catar. A expansão para 48 seleções, o aumento da premiação para US$ 871 milhões e o crescimento das receitas com patrocínios, concessões e turismo reforçaram o sucesso comercial do torneio. Cidades-sede também registraram aumento nos gastos de visitantes, enquanto federações nacionais receberam repasses considerados fundamentais para o desenvolvimento do futebol.

Mesmo diante das críticas de dirigentes, políticos e personalidades do esporte, o apoio de grande parte das 211 associações filiadas à FIFA permanece sólido. Confederações da Ásia, América do Sul e África já manifestaram respaldo à atual gestão, destacando os investimentos e a expansão do futebol em diferentes regiões. Com estádios lotados, maior representatividade de seleções e resultados econômicos positivos, a entidade deve apresentar a Copa de 2026 como um sucesso institucional, consolidando ainda mais a liderança de Gianni Infantino no cenário do futebol mundial.

Com informações: InfoMoney

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