Vaquinha-verde-amarela ameaça lavouras e exige manejo constante no campo
A Diabrotica speciosa, conhecida como vaquinha-verde-amarela, está entre os principais desafios enfrentados por produtores rurais no Brasil. O inseto ataca diversas culturas, como milho, feijão, soja e hortaliças, causando prejuízos significativos e exigindo monitoramento contínuo nas lavouras para evitar perdas na produção.
Pertencente à família Chrysomelidae, o besouro é facilmente reconhecido pela coloração verde com manchas amarelas e mede cerca de 5 a 6 milímetros. Seu ciclo de vida inclui quatro fases — ovo, larva, pupa e adulto — sendo que as larvas vivem no solo e atacam as raízes das plantas, enquanto os adultos se alimentam da parte aérea, como folhas, flores e frutos.
O principal problema está no chamado “ataque duplo”, que dificulta o controle da praga. Enquanto as larvas comprometem a absorção de água e nutrientes, os adultos reduzem a capacidade de fotossíntese e afetam o desenvolvimento das plantas. Esse conjunto de danos pode impactar diretamente a produtividade, tornando essencial a adoção de estratégias integradas de manejo no campo.
Com informações: Space Money





