Notícias

Naming rights ganham força no marketing brasileiro

A prática de naming rights, que consiste na compra dos direitos de nome de espaços por empresas, tem se consolidado como uma estratégia crescente no Brasil, especialmente nos setores de esporte e entretenimento. Estádios, teatros e casas de shows passaram a adotar nomes de marcas em busca de maior visibilidade e conexão com o público, ampliando a presença corporativa em locais de grande circulação.

Nos últimos anos, diversos exemplos marcaram essa expansão, como a Neo Química Arena, o MorumBIS e o Mercado Livre Arena Pacaembu. Mais recentemente, o estádio do Palmeiras deve passar por nova mudança, após acordo que prevê a substituição do nome Allianz Parque por uma nova marca até 2044, em contrato estimado em cerca de R$ 50 milhões por ano. Os valores variam conforme o potencial do espaço e podem chegar a cifras bilionárias, como no caso do Pacaembu, que firmou acordo superior a R$ 1 bilhão por 30 anos.

Especialistas apontam que, além da exposição, os naming rights permitem ações estratégicas mais amplas, como venda de produtos e experiências dentro dos espaços, fortalecendo o relacionamento com o público. Apesar do avanço, o modelo ainda é considerado inicial no Brasil quando comparado a mercados como os Estados Unidos, onde a maioria das arenas já possui contratos desse tipo. A estratégia envolve riscos e depende de fatores como adesão do público, valor investido e reputação das marcas envolvidas.

Com informações: G1

Artigos Relacionados

Botão Voltar ao Topo