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Vacina contra chikungunya avança no Brasil, mas adesão ainda é limitada

O combate às arboviroses no país ganhou um reforço histórico com a aprovação da primeira vacina contra a Chikungunya pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária. Desenvolvido em parceria entre o Instituto Butantan e a farmacêutica Valneva, o imunizante apresenta eficácia de 98,9% e é o primeiro do tipo autorizado no mundo. Apesar do avanço, a vacinação ainda ocorre de forma gradual e não está disponível amplamente para toda a população.

A estratégia do Ministério da Saúde prioriza projetos-piloto em regiões com maior incidência da doença. Em 2026, cidades como Mirassol já iniciaram a aplicação das doses, além de municípios em estados como Minas Gerais, Ceará e Sergipe. A imunização é indicada, neste momento, para adultos a partir de 18 anos que vivem em áreas de risco, com esquema de dose única, o que facilita a logística e amplia a proteção de forma imediata.

Mesmo com os avanços, a vacina possui restrições e ainda depende de ampliação para chegar a todo o país. Gestantes, imunossuprimidos e pessoas com condições específicas não devem receber a dose sem avaliação médica. Enquanto a incorporação ao SUS é analisada, as autoridades reforçam que o combate ao mosquito Aedes aegypti continua sendo essencial, já que ele também transmite doenças como Dengue e Zika, mantendo o alerta para a prevenção, especialmente em períodos de calor e chuvas intensas.

Com informações: Terra Notícias

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