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Menos exercício já traz benefícios à saúde, apontam estudos

Pesquisas recentes indicam que a prática de atividade física em níveis menores do que os tradicionalmente recomendados já pode gerar ganhos significativos para a saúde. Embora diretrizes de organismos nacionais e da Organização Mundial da Saúde indiquem de 150 a 300 minutos semanais de atividade moderada, novos estudos baseados em dados de dispositivos vestíveis mostram que mesmo pequenas quantidades de movimento ajudam a reduzir riscos de doenças cardiovasculares, câncer e mortalidade precoce.

O avanço do uso de relógios e pulseiras inteligentes permitiu medições mais precisas da atividade diária, revelando que sair do sedentarismo é o fator mais decisivo. Pesquisadores apontam que apenas 20 a 74 minutos semanais de atividade moderada já reduzem o risco de morte, enquanto breves períodos de exercícios intensos — como subir escadas ou correr por um a dois minutos — também apresentam impactos relevantes. A evidência reforça que a transição da inatividade para o movimento é responsável pela maior parte dos benefícios à saúde.

Além do exercício em si, especialistas alertam para os riscos do excesso de tempo sedentário. Mesmo pessoas que cumprem as recomendações semanais podem ter prejuízos se passam muitas horas sentadas ou em frente a telas. Por isso, novas abordagens defendem a integração entre atividade física, redução do sedentarismo e sono adequado, com mensagens mais simples e acessíveis: movimentar-se mais, sentar menos e dormir melhor.

Com informações: Nature

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