Granjas avícolas devem enviar declaração até 31 de janeiro
Produtores rurais e responsáveis técnicos por estabelecimentos comerciais avícolas em Goiás têm até 31 de janeiro de 2026 para enviar a Declaração de Biosseguridade à Agrodefesa. O documento deve ser preenchido pelo médico-veterinário responsável técnico e inserido no Sistema de Defesa Agropecuária de Goiás (Sidago), como parte das ações preventivas contra a influenza aviária de alta patogenicidade, garantindo que as granjas estejam em conformidade com as normas sanitárias vigentes.
De acordo com a Agrodefesa, a medida é fundamental para preservar o status sanitário do estado, especialmente diante do avanço da doença em outros países e da confirmação de focos recentes no Brasil. O diretor de Defesa Agropecuária, Rafael Vieira, destaca que a cooperação entre o setor produtivo e o serviço oficial é essencial para manter Goiás livre da influenza aviária e da doença de Newcastle, em alinhamento às diretrizes do Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa).
A declaração é obrigatória e o descumprimento pode resultar em sanções éticas ao responsável técnico e bloqueio do registro do estabelecimento, impedindo a emissão da Guia de Trânsito Animal (GTA). Entre as exigências estão medidas estruturais e operacionais de biosseguridade, controle rigoroso de acesso às granjas, capacitação de pessoal e plano de contingência sanitária, ações que visam proteger os plantéis e evitar prejuízos à economia goiana.
Com informações: Agrodefesa





