Notícias

Dieta anti-inflamatória ganha força e exige abordagem personalizada

A busca por soluções para cansaço constante, inchaço abdominal e problemas digestivos tem impulsionado a popularização da chamada dieta anti-inflamatória. Diferente de métodos focados apenas em emagrecimento, essa abordagem prioriza o equilíbrio do organismo por meio da nutrição adequada. O objetivo é combater a chamada microinflamação — um processo silencioso e contínuo que desgasta o corpo ao longo do tempo e está associado a sintomas como fadiga, baixa imunidade e dificuldade de concentração.

Especialistas apontam que o combate à inflamação começa pela exclusão de alimentos nocivos, como açúcares, farinhas refinadas, ultraprocessados, álcool e óleos industriais. Em contrapartida, a alimentação deve ser enriquecida com itens naturais e funcionais, como alimentos ricos em ômega-3, antioxidantes, fibras e especiarias com ação anti-inflamatória. Outro fator importante é o modo de preparo: técnicas como fritura e altas temperaturas podem aumentar compostos inflamatórios, enquanto métodos mais suaves, como vapor e cozimento lento, ajudam a preservar os nutrientes.

Apesar dos benefícios, a estratégia não é universal e requer atenção individualizada. Pessoas com distúrbios intestinais, como SIBO ou síndrome do intestino irritável, podem apresentar piora dos sintomas ao consumir certos alimentos considerados saudáveis. Por isso, o acompanhamento profissional e a realização de exames específicos são fundamentais para um diagnóstico preciso e para a construção de um plano alimentar eficaz, aliado a hábitos como sono de qualidade, controle do estresse e prática regular de exercícios físicos.

Com informações: Folha de São Paulo

Artigos Relacionados

Botão Voltar ao Topo